Cozumel

Pra quem se hospeda em Playa del Carmen, um ótimo passeio bate-volta é Cozumel, uma ilha que conta com pouco mais de 60 km de extensão e é banhada pelas águas cristalinas do Caribe.

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Em Playa, o terminal do ferry que leva até Cozumel fica próximo ao cruzamento entre a Quinta Avenida e a Avenida Juárez. A empresa “Barcos Caribe” cobra, pelo bilhete de ida e volta, 270 pesos mexicanos – cerca de 19 dólares; a Ultramar faz o mesmo percurso, mas, segundo um folheto que recebi, a viagem custa um pouco mais caro: o bilhete de ida e volta custa 326 pesos mexicanos (ou cerca de 23 dólares). É possível comprar o bilhete de volta juntamente com o de ida – não é preciso escolher previamente o horário de retorno.

Pegamos o ferry da Barcos Caribe em função do horário – quando chegamos no terminal, era o próximo a partir. O ferry é bem conservado e confortável: na parte interna, são vendidas bebidas e há ar condicionado; quem fica na parte externa tem a vantagem de visualizar melhor a paisagem. Chegando em Cozumel, a vista que se tem é a da foto acima e da foto a seguir: um lindo mar multicolorido.

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Cozumel é o destino perfeito para quem gosta de mergulhar; segundo dizem, a vida marinha é abundante por lá. Como mergulhar não é a minha praia, não coletei informações a respeito, mas no píer de chegada do ferry há um balcão de informações e vários quiosques oferecendo passeios. Em Cozumel é possível visitar, ainda, ruínas maias, como as de San Gervasio e El Cedral. Além disso, há pelo menos dois parques importantes: o de Punta Sur e o parque nacional Chankanaab. Como a ilha é pequena, a melhor opção para quem quer explorá-la é alugar um carro, já que é possível percorrer Cozumel em um só dia.

Nós, no entanto, não fomos preparadas para isso: estávamos apenas minha mãe e eu, e, além de não nos sentirmos preparadas para dirigir num país estrangeiro, sequer havíamos levado carteira de motorista. Assim, optamos por ir a uma das praias indicadas no balcão de informações.

As praias indicadas não ficam próximas ao terminal do ferry, de modo que é preciso pegar um táxi. No balcão de informações, indicaram-nos a praia de San Francisco; o taxista cobrou 140 pesos mexicanos (ou 10 dólares) para nos levar até lá. A praia fica a cerca de 15 minutos do centrinho. Nessa e nas praias seguintes, há beach clubs com toda a estrutura possível: espreguiçadeiras, guarda-sol, piscina, caiaques, brinquedos aquáticos, etc. Caminhamos alguns passos e já estávamos na praia Paraíso, onde resolvemos ficar, já que a estrutura era melhor.

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Para utilizar a estrutura do beach club – exceto os brinquedos aquáticos, pagos separadamente -, o custo era de 3 dólares; eles exigiam, ainda, uma consumação mínima de 10 dólares por pessoa. A praia é bastante frequentada por americanos; o cardápio, inclusive, já trazia os preços em dólares. O custo das comidas e bebidas não diferia muito dos valores encontrados em Playa del Carmen: por uma pizza de 8 fatias (bem servida e bem gostosa), pagamos 8,5 dólares; um drink custava cerca de 8 dólares; uma garrafa de água, pouco mais de 2 dólares.

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A praia em si, apesar de bonita, não era muito convidativa, já que havia muitos trechos com pedras e a areia era mais pesada, com muitas conchinhas. A maioria preferia se refrescar na piscina.

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Para retornar ao centro, há táxis na saída do beach club. Eles cobram 150 pesos mexicanos para levar até o ponto de onde parte o ferry com direção a Playa del Carmen.

O centrinho nos decepcionou. As construções, em geral, seguem o estilo colonial, mas nada que chame muita atenção. Há várias lojinhas de artesanato e lembrancinhas diversas, mas tudo caro; em Cozumel atracam muitos navios de cruzeiro, o que faz com que o preço seja um pouco mais elevado. A ilha é conhecida, também, pelos free shops, mas nas lojas que entramos os preços não eram muito convidativos.

Quem quiser se hospedar em Cozumel, há uma porção da ilha onde se concentram os hotéis. Eu, particularmente, não montaria base por lá, já que fica mais difícil fazer outros passeios; talvez seja uma opção interessante para quem gosta de mergulho.

Achei bacana visitar a ilha, mas a experiência teria sido melhor se tivéssemos um carro para explorá-la e conhecer as diversas praias e pontos de interesse. Indico a praia Paraíso pela estrutura, mas não pela praia em si.

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