A passageira indica: Tulum

Outro destino imperdível na Riviera Maya é Tulum, pequeno município situado a cerca de uma hora de Playa del Carmen (ou duas horas de Cancun) e conhecido por abrigar fotogênicas ruínas maias à beira do mar.

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Em Playa del Carmen, pegamos um ônibus em direção a Tulum no terminal da ADO, situado no cruzamento entre a Quinta Avenida e a Avenida Juárez; pagamos 124 pesos mexicanos – ou cerca de 9 dólares – pelos bilhetes de ida e volta. O ônibus é bom e faz apenas uma parada no XCaret. Continuar lendo

Cozumel

Pra quem se hospeda em Playa del Carmen, um ótimo passeio bate-volta é Cozumel, uma ilha que conta com pouco mais de 60 km de extensão e é banhada pelas águas cristalinas do Caribe.

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Em Playa, o terminal do ferry que leva até Cozumel fica próximo ao cruzamento entre a Quinta Avenida e a Avenida Juárez. A empresa “Barcos Caribe” cobra, pelo bilhete de ida e volta, 270 pesos mexicanos – cerca de 19 dólares; a Ultramar faz o mesmo percurso, mas, segundo um folheto que recebi, a viagem custa um pouco mais caro: o bilhete de ida e volta custa 326 pesos mexicanos (ou cerca de 23 dólares). É possível comprar o bilhete de volta juntamente com o de ida – não é preciso escolher previamente o horário de retorno. Continuar lendo

A passageira indica: Playa del Carmen

Quando se fala em curtir uma praia no México, o primeiro destino que vem à cabeça é Cancún – que, sem dúvida, possui inúmeros atrativos. No entanto, pra quem prefere uma praia menor e mais despojada, Playa del Carmen é o destino certo.

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Situada a cerca de uma hora de Cancún, Playa del Carmen faz parte do município de Solidaridad e se encontra na chamada Riviera Maya. Decidimos passar parte dos nossos 8 dias no México em Playa del Carmen por dois motivos: a maior proximidade em relação a pontos de interesse que queríamos visitar, como Tulum e Cozumel, e pelo fato de se tratar de uma praia com mais “cara” de praia – o restante dos dias passaríamos em um resort em Cancun, de modo que ficar em Playa pareceu um contraponto interessante. Continuar lendo

A passageira indica: Playa Ancón

Quando escrevi sobre Trinidad, cidadezinha no interior de Cuba, falei que uma visita à Playa Ancón é passeio obrigatório. A praia fica a 13 quilômetros de Trinidad e é considerada a melhor da costa sul cubana. E a parte mais importante: não é “infestada” de turistas.

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O horário em que as fotos foram tiradas não ajudou muito: não dá pra ver com clareza que a água é verde-azulada – super bonita e com uma temperatura agradável! Ao longo da área onde ficamos havia esse tipo de guarda-sol recoberto por palha (acho que esse negócio tem um nome específico, mas não sei dizer qual! hehe); como chegamos depois do meio-dia e não havia nenhum disponível, nos abrigamos embaixo das árvores que ficam à beira da areia.

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No dia em que fomos, havia bastante cubanos – e, claro, alguns turistas. Mas nada de atrolho ou de gritaria; o clima era super tranquilo.

Pra chegar até lá é fácil: nas ruas de Trinidad há diversos “táxis” que oferecem o serviço. Salvo engano, pagamos 5 CUC (o equivalente a U$S 5 – estávamos em 4 e esse era o preço total da corrida!). Os “taxistas” são, na verdade, pessoas que se colocam à disposição para fazer a corrida com seu próprio carro – geralmente, um carro beeem antigo. O nosso até tinha um adesivo escrito “táxi” grudado no vidro, mas acho que ele não era oficial. Os donos da casa onde ficamos também ofereceram o “serviço”, mas como achamos que eles estavam sendo “capitalistas” demais – parecia que eles só se importavam em nos vender os “extras” -, resolvemos ir para a rua e pegamos o primeiro que nos ofereceu o serviço.

Na verdade, quem nos ofereceu o serviço foi um senhorzinho; alguns minutos depois, apareceu o nosso motorista, a bordo do seu Chevrolet antigão azul. O carro era super bem conservado – e o motorista corria muito… Mas chegamos sãos e salvos!

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Para retornar à cidade, basta voltar ao ponto onde o taxista te deixou – há sempre um ou outro esperando por clientes.

Pelo que pesquisei, há um hotel em Playa Ancón, mas acho que o negócio é montar base em Trinidad e passar um dia na praia.

Pra terminar: não espere encontrar quiosques e vendedores ambulantes; portanto, leve um lanche, uma bebida e aproveite o dia! =)

A passageira indica: Nice

Sempre tive vontade de conhecer Nice. Não sei exatamente o motivo, mas sempre tive vontade. Ao final de uma viagem que fiz em 2012, tinha alguns dias livres antes de retornar a Paris, onde eu pegaria meu voo de volta ao Brasil. Minha última parada antes desses dias indefinidos seria Roma e, diante de tantas opções, percebi que seria fácil rumar da terra do Coliseu até Nice. E então eu fui.

Já na chegada, vi que tinha, realmente, motivo pra querer conhecer Nice. O aeroporto fica muito próximo ao mar e, quando o avião começou a “baixar”, me vi em cima, muito perto, de uma água azul turquesa maravilhosa! Nunca tinha visto uma água daquele azul!

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Fiquei hospedada no hostel Villa Saint Exupery Beach, localizado praticamente na Place Massena, na rua situada atrás das Galleries Lafayette. A Place Massena fica na parte central, a uma quadra da praia; ela conecta a parte mais nova da cidade com a vielle ville.

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hostel era ok – quarto com beliches razoáveis e um banheiro grande, café da manhã aceitável. Como os quartos tinham carpete, ficava um “ar” meio sujo. O preço era um pouco salgado; acho que foi um dos albergues mais caros da viagem – na época, paguei cerca de 40 euros por noite em um quarto compartilhado com cinco camas (só para garotas). Como a localização era realmente incrível, perto do mar, da cidade velha e da gare, compensou.

Na parte antiga, acontece a feira de Cours Saleya, em que é possível encontrar produtos locais e souvenirs. Eu adoro feiras/mercados de rua, e fiquei encantada com as cores e os aromas da feirinha de Nice, que tinha, entre outras coisas, frutas, verduras, cogumelos, flores e os famosos sabonetes da vizinha Marselha.

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A praia em Nice não tem areia, mas pedras. O pessoal deita por lá mesmo, sem muita frescura; há partes “fechadas” da praia em que, por determinado preço, é possível usar as cadeiras e os guarda-sóis disponíveis. Pra quem prefere praia com areia, recomendo uma esticadinha até Cannes (que fica a poucos minutos – há trens frequentes) ou até Villefranche-sur-Mer, que de tão linda merece um post próprio.

Em Nice há museus – dentre eles, um é dedicado a Matisse e outro a Chagall; como passei apenas um final de semana por lá e queria conhecer as praias vizinhas, não cheguei a visitá-los, mas é uma boa dica para quem fica mais tempo na cidade. No fim da tarde, o legal é dar uma caminhada pela Promenade des Anglais, um calçadão à beira-mar, e sentar em um de seus bancos para curtir o entardecer.

Nice é uma ótima base para quem deseja explorar a Côte d’Azur. A cidade tem muitas opções de hospedagem e de restaurantes e a partir dela é possível fazer passeios “bate-volta” a Cannes, Antibes, Monte Carlo e Èze, dentre outras cidades. Èze é uma cidade medieval fortificada que fica encrustrada em uma montanha na metade do caminho entre Nice e Monte Carlo; não fui até lá, mas pelo que li vale a visita. Para conhecer com calma um pouco da região, acho que o ideal seria passar uma semana por lá – eu cheguei em uma sexta à tardinha e fui embora no início da tarde de segunda, o que me permitiu conhecer apenas Cannes (que não vale muito a visita), Monte Carlo e Villefranche-sur-Mer.

Dois anos depois, continuo achando que o azul do mar de Nice é um dos mais bonitos que já vi (embora tenha conhecido outros “mares” tão lindos quanto). É um destino que, definitivamente, continua na minha lista.